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Investidores

SENHORES INVESTIDORES: APROVEITEM ESSA OPORTUNIDADE

Estamos precisando de investidores para os seguintes Projetos do Serginho:

A) – GUARAGINHO ” O guaraná do Serginho”

Já registramos os domínios e pedimos a patente da marca Guaraginho ” O guaraná do Serginho “.

B) – PIPOCA DO SERGINHO

Também já registramos os domínios e pedimos a patente da marca Pipoca do Serginho.

C) – HISTÓRIAS DO SERGINHO: Lançamento da Editora do Serginho

Já registramos os domínios .com. e com.br

Já temos alguns livrinhos das Histórias do Serginho lançadas,mas pretendemos lanças dezenas de novos livrinhos e ampliar os negócios em todo Brasil, por isso a criação da Editora é importante para a criação dos livrinhos impressos e para a Editora Virtual do Serginho.
Nossas Histórias do Serginho estão registradas na Biblioteca Nacional e temos as patentes das marcas:
– SERGINHO PRODUÇÕES;
– TURMA DO SERGINHO;
– PORTAL DO SERGINHO;
– HISTÓRIAS DO SERGINHO – Requeremos recentemente.

D – SERGINHO PET

VEJAM ESSAS MATÉRIAS SOBRE O MERCADO PET

Mercado pet supera crise com inovação

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03/11/2015

magem retirada de http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/noticia/2015/10/mercado-pet-supera-crise-com-inovacao.html

Existem mais cachorros de estimação do que crianças no Brasil. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em quase 45% dos domicílios do país, o equivalente a 29 milhões de casa, há pelo menos um cachorro.

Só este dado já seria o bastante para comprovar o potencial do mercado pet. Mas, pesquisas da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) reforçam esta tese: o mercado faturou R$ 16 bilhões em 2014, colocando o Brasil na terceira posição no ranking mundial. Em 2015, o setor ainda deve crescer 7,4%, bem acima do PIB. “Não há crise no mercado pet”, afirma Márcio Bertolini, coordenador estadual do segmento pet do Sebrae/SP.

O principal impulsionador deste mercado hoje é o segmento de alimentação. “A grande locomotiva do setor é o pet food, que representa 67% do faturamento. Na crise, pode ser que o consumidor troque de marca, mas ele não deixa de comprar”, diz Bertolini.

A força da marca foi a saída encontrada por Pedro Navarrete, empreendedor e diretor da Bonosso, que fabrica petiscos para cães. “Somos uma fábrica com mais de dez anos de mercado, agora queremos fazer nossa marca aparecer”, diz. Feito com raspas de couro, colágeno e gelatina, os ossinhos passaram a ser embalados para o varejo. “Para contornar a crise, lançamos também a linha de bifinhos, feitos com carne. Neste ano, esperamos crescer de 15% a 20%”, afirma Navarrete.

Para Bertolini, a busca por alimentação e cuidados adequados por parte dos donos faz os empreendedores se especializarem e oferecem um diferencial. É o caso da Unifood, que produz e vende o Sorvecão. Os sócios investiram R$ 600 mil para tirar a ideia do papel e hoje comercializam os produtos em 170 pontos de venda, de Norte a Sul do país. A ideia é chegar a 500 pontos em dois anos.

Feito de soja sem açúcar nem lactose, os sorvetes são vendidos em sabores como manga, morango, carne e frango. “Nós não sentimos a crise neste ano. Tivemos uma queda por conta da sazonalidade do inverno, mas conseguimos recuperar com as vendas do Norte e Nordeste”, afirma o sócio Vagner Batista.

A relação entre famílias e animais também é responsável pelo crescimento do mercado. “O crescimento das cidades, a questão sociológica e até psicológica, com mais pessoas vivendo sozinhas, e o perfil do consumidor, composto basicamente por mulheres entre 25 e 40 anos, sustentam o setor”, diz Bertolini. Entre os donos de negócios na área, a maioria ainda é homem, mas é das mulheres que tem surgido grandes inovações.

A empreendedora Nilza Reple criou o Limpa Patas, uma escova inovadora que permite limpar o bichinho sem tocar na sujeira, para resolver um problema que tinha em casa, com uma cachorrinha cega e idosa que vivia se sujando. Simples, o Limpa Patas é um recipiente com uma escova de limpeza circular.

Para usar, basta posicionar a patinha do animal e girar o pote. A escova pode ser lavada e dura até seis meses. “Visitei várias fábricas de escovas até criar o modelo”, diz. Com a patente em mãos, Nilza planeja agora vender uma versão elétrica, com a ajuda de um parceiro. Além do produto, a empresa comercializa acessórios importados. Nesta área, a crise não passou tão longe. “Os acessórios importados de luxo tiveram queda de 40% nas vendas. Diminuiu bem. Hoje, vemos mais mercados para rações, medicamentos e banho e tosa”, afirma.

Foi também para resolver um problema pessoal que Grazielle Vicente Figueredo resolveu empreender. A cachorrinha Nina era intolerante a todo tipo de ração, o que obrigava os donos a preparem seu alimento e congelarem. Grazielle enxergou ai uma oportunidade de negócio e criou a Pegada Natural. “Vimos uma carência no mercado de alimentos sem transgênicos, conservantes e corantes”, explica.

A empreendedora fez o pré-lançamento do produto durante a Pet South America, feira do setor que acontece em São Paulo, e procura parceiros para levar o negócio ao mercado. “Começamos em setembro de 2014, mas demoramos para finalizar toda a burocracia. Seguimos as mesmas regras que grandes companhias de ração”, diz.

As embalagens de 900 gramas trazem comida de verdade, nos sabores carne, frango com quinoa e vegetariano, divididas em porções para animais de até 10 quilos. “Investimos mais de R$ 700 mil até agora. Mas a realização de um sonho, a oportunidade de resolver o problema de outras pessoas e o retorno financeiro fazem valer a pena”, afirma Graziellle.

Se você também pensa em abrir um negócio na área, o primeiro passo é planejar. “Tenha um plano de negócios e entenda bem o segmento. Não se arrisque sem planejar”, diz Bertollini. Para começar, escolha uma área e faça uma avaliação do mercado. Outro fator essencial é a localização. “A escolha do local é importante, além do conhecimento técnico. Em muitos casos, seu negócio vai precisar de um veterinário, por exemplo”, afirma. Entre as principais tendências, o coordenador do Sebrae/SP aponta a área de prestação de serviços. Inovação e mimos são indispensáveis para conquistar a clientela.

Fonte: http://www.ferrazmaquinas.com.br/conteudo/mercado-pet-supera-crise-com-inovacao.html

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Estética animal
Num mercado em que animais são tratados como filhos, o segmento de estética tem se mostrado bastante lucrativo.

Desde 2005, os empresários Miguel Martins e o filho Bruno fabricam shampoos, condicionadores, hidratantes e outros embelezadores de animais. São mais de 100 itens. Tem shampoo com aroma de morango, de mashmallow, gel para escovar os dentes, perfumes, tinturas, cremes para desembaraçar e dar brilho ao pelo.

“É uma tendência do mercado pet em geral, é uma tendência sempre seguir o cosmético humano”, fala Bruno.

É preciso investir cerca de R$ 200 mil para começar nesse segmento, afirmam os empresários. Esse dinheiro é para comprar tanque e misturador para os produtos, e reformar o espaço. Aqui, quem desenvolve os produtos é Bruno, que é químico.

“A pele do cachorro é muito mais sensível que a nossa pele, então a gente tem que ter uma preparação do produto, um teste do produto muito mais elaborado do que até mesmo o cosmético humano”, explica o químico.

O mercado pet é grande, mas muito competitivo em qualidade e preço. Para economizar, a empresa produz parte da matéria-prima que usa. Outra estratégia foi a compra de uma máquina de R$ 80 mil, que embala os produtos com plástico – material que custa menos de 1/3 do valor das caixas de papelão.

“Na parte da logística, fica muito mais simples fazer o carregamento internamente ou por transportadoras que visualmente o produto já é auto-identificável, sem necessidade de etiqueta adicional de identificação”, diz Miguel.

A empresa fabrica 35 toneladas de produtos de higiene e beleza por mês. Vende para todo o Brasil e exporta para a África.

Em São Paulo, o pet shop de Marcelo Rollo é cliente da empresa de produtos de higiene animal há um ano. O setor de banho e tosa é um salão de beleza dentro do pet shop. No local, os animais tomam banho, secam os pelos, fazem máscaras de hidratação, cortam unhas, tosam os pelos, escovam os dentes e passam perfume. Depois, é só colocar o lacinho e pronto. O serviço completo de higiene e embelezamento custa, em média, R$ 75, por animal.

Hoje em dia, quase tudo o que se encontra num salão de beleza para mulheres tem também no setor de banhos de um pet shop. No estabelecimento de Marcelo, por exemplo, tem shampoo, condicionador, clareador, escurecedor, perfumes, creme de hidratação. Alguns animais passam cinco horas no local, só cuidando da higiene e beleza.

O serviço de higiene e beleza corresponde a 30% do faturamento do pet shop do empresário, mas representa muito mais. É ele que gera movimento em toda a loja.

“A pessoa que traz o cachorrinho para dar banho, ela acaba passando em consulta, acaba levando algum outro acessório da loja em geral. Então, além de ser um ponto lucrativo, ele agrega outros valores ao comércio”, comenta Rollo.

O pet shop atende 600 cães, por mês. “Hoje os cães fazem parte da família, dormem junto com os proprietários, então é bastante para que eles tenham hábitos de limpeza, de higiene.”

A procura pelos serviços do pet shop cresce, e a fábrica de cosméticos acompanha. Num país com mais de 50 milhões de cães e gatos, os empresários Miguel e Bruno projetam crescimento de mais de 10% ao ano.

“Nós estamos voltando nossa linha para a classe A, B, C e D, que é dominante no mercado, mas o mercado forte hoje pet é na classe C, que teve disparada bastante grande”, comenta Miguel.

 

Fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2013/03/produtos-de-higiene-e-beleza-dominam-novidades-do-mercado-pet.html

 

Paulo Torres Cerqueira
Diretor Executivo
E-mail: ptcerqueira@gmail.com
Tel. (19) 99714- 8640 – WhatsApp
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