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Prevenção

                                        PREVENÇÃO

                      Num  mundo tão tumultuado e violento como esse que vivemos, principalmente no Brasil, fazer um seguro do carro, da residência, da moto, da própria vida, contra atos de violência , como roubos, assaltos, furtos, incêndios e muitos outros danos que estamos sujeitos, não é consumo, mas sim prevenção, para se ter um pouco mais de paz e tranquilidade para nossas vidas e de reparação para danos de nossas propriedades que com tanto sacrifícios adquirimos, quando elas forem danificadas em acidentes ou  por outras pessoas.

                     Quando fazemos  um seguro de  nossas vidas pensando em nossas famílias ou de nossas propriedades, não esperamos que nada de ruím aconteça, mas apenas, estamos nos prevenindo, caso algo venha acontecer, e  caso realmente aconteça, tenhamos um suporte do seguro naquele momento de dificuldade que vivemos. Sendo essa, a razão mais importante do seguro, nos dar um pouco mais de tranquilidade antes que algo aconteça, e minimizar os prejuízos quando alguma coisa de ruim ocorrer.

                     Como muito bem diz o ditado popular: “ é melhor prevenir que remediar “. Por isso, recomenda-se, que se faça seguro dos bens e de tudo aquilo que você acha importante para você, sua família e seus negócios. E assim, possa viver com um pouco mais de tranquilidade.

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TIPOS DE PREVENÇÃO

Prevenção primária

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Prevenção primária é o conjunto de ações que visam evitar a doença na população, removendo os fatores causais, ou seja, visam a diminuição da incidência da doença. Tem por objetivo a promoção de saúde e proteção específica.

Nesta secção, você encontrará informações sobre como fazer uma vida saudável e manter hábitos de promoção e prevenção.

O momento é de prevenção no inicio dos tempos da espécie humana as principais causas de morte

Prevenção secundária

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Prevenção secundária é o conjunto de ações que visam identificar e corrigir o mais precocemente possível qualquer desvio da normalidade, de forma a colocar o indivíduo de imediato na situação saudável, ou seja, têm como objetivo a diminuição da prevalência da doença.Visam ao diagnóstico, ao tratamento e à limitação do dano.
Um exemplo é o rastreio do cancro do colo uterino, causado pela transmissão sexual do HPV).
A prevenção secundária consiste em um diagnostico precoce e tratamento imediato.

Prevenção terciária

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Prevenção terciária é o conjunto de acções que visam reduzir a incapacidade de forma a permitir uma rápida e melhor reintegração do indivíduo na sociedade, aproveitando as capacidades remanescentes. Poderia ser encarada como reabilitação do indivíduo.
Como exemplo, podem-se citar acções de formação a nível de escolas e ou locais de trabalho que visem anular atitudes fóbicas em relação a um indivíduo infectado pelo VIH. Outro exemplo, a nível da saúde ocupacional, seria a reintegração daquele trabalhador na empresa, caso não pudesse continuar a exercer, por razões médicas, o mesmo tipo de actividades.

Prevenção quaternária

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Prevenção quaternária é o conjunto de ações que visam evitar danos associada às intervenções médicas e de outros profissionais da saúde como excesso de medicação ou cirurgias desnecessárias (iatrogenias).[1] Assim, quando o tratamento for considerado pior que a doença, deve-se buscar uma alternativa a esse tratamento.[2]
A prevenção quaternária deve prevalecer em qualquer outra opção preventiva, diagnóstico e terapêutica, segundo o princípio hipocrático:primun non nocere (em primeiro lugar, não prejudicar [o paciente]).[3]

Conceito

Ideia principal: evitar o sobrediagnóstico e o sobretratamento dos pacientes.
Objectivo: diminuir a incidência da iatrogenia.
Aplicação: durante todo o episódio de prestação de cuidados (período pre-clínico e clínico).
A Prevenção Quaternária define-se como o conjunto de ações que se desenvolvem visando a «identificação de pacientes em risco de sobremedicalização, com o fim de os proteger de novas intervenções médicas inapropriadas e de lhes sugerir alternativas eticamente aceitáveis». Conceito cunhado pelo Clínico Geral/Médico de Família belga Marc Jamoulle[4][5] e recolhido no Dicionário de Medicina General e Familiar da WONCA.[6]
Praticar a prevenção quaternária significa dizer “não” a muitas propostas francamente inaceitáveis, e oferecer alternativas prudentes e científicas (a ética da negação, e a ética da partilha da ignorância). Fazer prevenção quaternária é trocar o medo explorado pela malícia em saúde pelo bem estar de saber que o importante é a qualidade de vida.[7]
A prevenção quaternária não intenta eliminar, mas apenas temperar a medicalização da vida diária, pois uma parte dessa medicalização é estranha ao acto médico e possui profundas razões sociais, culturais e psicológicas. A prevenção quaternária trata apenas de evitar ou atenuar os aspectos médicos da medicalização da vida diária.
Fazer prevenção quaternária na consulta significa cumprir o objectivo científico da Medicina, que busca “a máxima qualidade com a mínima quantidade, de uma forma tão próxima do paciente quanto possível”.
“Mais vale prevenir que remediar (curar) – quando prevenir faz menos mal do que curar”. Evitar as actividades curativas e preventivas desnecessárias é fazer prevenção quaternária. Dever-se-á introduzir a prevenção quaternária em todos os encontros médico-paciente, para evitar/limitar os danos causados pela própria actividade do sistema de saúde. Fazê-lo é reerguer o velho principio primum non nocere.[8]
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Preven%C3%A7%C3%A3o_quatern%C3%A1ria#Conceito

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